harriet_fg1.jpg

A exposição “Darwin: Descubra o Homem e a Teoria Revolucionária que Mudou o Mundo”, atualmente no Museu Histórico Nacional, me fez escrever esse blog. Na verdade, a minha lembrança de Harriet, a tartaruga que teria ajudado Charles Darwin a formular sua teoria da evolução das espécies.

Harriet foi encontrada pelo britânico em Galápagos e ganhou notoriedade. Talvez Harriet seja a tartaruga mais famosa do mundo. Talvez ela perca para as Tartarugas Ninja se a pesquisa for feita entre os mais novos. Mas isso não importa nesse momento.

O fato é que Harriet se foi. Ela morreu de parada cardíaca aos 175 anos. Sim, aos 175 anos. Calma, você não precisa ficar desse jeito. Isso aconteceu há quase dois anos. Mais cedo ou mais tarde - no caso dela, muito mais tarde - isso vai acontecer com todo mundo.

Harriet era uma tartaruga gigante, bonita, portadora de uma senhora carcaça. Esquisito, não? Ainda mais se pensarmos que as tartarugas ou quelônios não são répteis reconhecidos pelos seus, digamos, dons atléticos.

Será que esse é o segredo da longevidade? Não fazer absolutamente nada? Ficar ali, na areia da praia, refestelado, aproveitando o sol e comendo alface?