Um grupo de amigos entra em um pub irlandês. A idéia era conversar, botar o papo em dia e, é claro, botar a bebida em dia também. Mas beber algo mais forte, encorpado. Por isso, a escolha do pub.

Os amigos olham o cardápio e, previsivelmente, pedem uma Guinness, a mais famosa irish stout. Mais Dublin, impossível.

Um dos amigos, do contra, não se entrega ao óbvio. Se a idéia era beber algo diferente, vamos ao diferente. Ele olha o cardápio e vai passando por cada bebida com o dedo. O dedo pára. Era essa. O nome impressionava. E olha que ele ainda não estava sob o efeito alucinógeno do álcool.

Homem: “Garçonete, por favor!”

Garçonete: “Sim, pois não?”

Homem aponta para o cardápio e diz: “Eu quero um…Cunilingus King.”

Garçonete: “Pequeno, médio ou grande?”

Homem aposta no escuro e diz: “Grande, claro.”

A garçonete sai de cena.

Minutos depois, surge um homem afro-descendente alto, forte e com cara de poucos amigos. O sujeito, uma mistura de Mike Tyson com Shaquille O’Neal, traz uma bebida esquisita nas mãos.

Os amigos, que conversavam animadamente, páram. Silêncio absoluto. Uma gota de suor brota do rosto do amigo que esperava pela bebida.

Garçom com cara de poucos amigos, misto de Mike Tyson com Shaquille O’Neal, fala: “Quem pediu um Cunilingus King!?!”

Silêncio sepulcral.

O amigo, alvo da pergunta, gagueja e sussurra com muito medo: “Eu, eu, eu…”

Myke O’Neal: “Eu o quê?”

Amigo: “Eu não bebo.”